quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Enquanto não ha novidades sonoras

Enquanto não tenho o arranjo do sistema sonoro finalizado não posso dar novidades. Então, deixo-vos aqui uma letra (ainda que incompleta). Não costumo disponibilizar as letras antes de saírem os respectivos sons, mas abro excepção.


Já ouvi a conspiração entre a caneta e o caderno
Fiz da inspiração o meu grande amor eterno
Dela não me divorcio, prometi a mim mesmo
Ja se tentou afastar, mas regressou para sempre
Sou o compromisso entre o jurar e a promessa
A fase que se foi e a fase que se atravessa
No meio de sonhos esquecidos e sangue derramado
A esperança sobreviveu e com ela levanto o sorriso fechado
Sou o que sou e não me esforço-me para o ser
vejo o que vejo e esforço-me para não o ver
Sou a tinta na caneta que nunca mais se esgota
Escrevo certo, escrevo tudo, escrevo direito por linhas tortas
Dias e dias fiz de mim um aprendiz
Disse o que nunca quis e relatei.o por um triz
Sentimentos mistos entre Deus e o demonio
A relação é estranha mas nela habita o meu odio


Refrao: Não disponivel







Esperei tantos anos e o momento chegou
A brisa esfriou, exaltou-se mas acalmou
Como enfrentar a morte de tão proximos como a alma
Criterio de cabeça levantada fez-me ter calma
Fiz de mim um texo que não imaginavas ler
Criei um conhecimento que não pensavas saber
Num olhar de desespero à procura de salvação
Enganado pela traição e confundido com a união
Num clima depressivo, excessivo em sentimentos
Prevejo o trancar do quarto por breves momentos
Olhar para o caderno e descarregar o que está dentro
Por mais que tente nunca nada sai diferente
Faz parte de mim não aceito o que me rodeia
Viajei na lua e no sol e morri na areia
Com a mensagem dita na rocha da minha prosa
Levanto-me, arrebento o mic e vou porta fora


Refrao : Não disponivel


3º verso não disponivel

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